julho 04, 2004
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Noites de julho. Vimos uma estrela cadente, um acidente e mais um monte de coisas que ninguém vê. A lua cheia se põe de manhã. Luz azul na madrugada. Festa junina, cheiro de lenha e o meu nome chamado na janela.

Às vezes as imagens ficam guardadas e não querem sair. Dias a fio e nada. Depois, quando já não havia mais lugar para elas, uma outra imagem toma a frente e elas nascem, como era para ser desde o começo.











